Club de Lucélia

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PROJETO DE SUBSÍDIO DISTRITAL – AVAPOC - ASSOCIAÇÃO DE VOLUNTÁRIOS DE APOIO AOS PORTADORES DE CÂNCER DE LUCÉLIA “NÉO CAMPAGNONE” FOI BENEFICIADA

Há exemplo de outros Clubes do Distrito 4510, o Rotary Club de Lucélia teve a satisfação de ter sido beneficiado com Subsídio Distrital, concedido pelo Distrito 4510 do Rotary International. Dada a necessidade e a importância do trabalho que a entidade realiza, os Associados do Rotary Club de Lucélia, decidiram beneficiar a AVAPOC - Associação de Voluntários de Apoio aos Portadores de Câncer de Lucélia “Néo Campagnone”. O projeto teve por finalidade melhorar a sede da instituição, garantindo o bem estar das pessoas assistidas e aos voluntários no desempenho de suas atividades. Através do projeto de Subsídio Distrital do Rotary Club de Lucélia, foi adquirido: 01 Armário de aço com 2 portas e chave, para guardar documentos; 01 Armário de aço tipo arquivo com 4 gavetas para guardar prontuários das pessoas atendidas; 03 Ventiladores tipo coluna para as salas de recepção, acolhimento e bazar solidário e 01 Ventilador de mesa para secretaria, a fim de amenizar o calor, que totalizam R$ 2.000,00 (dois mil reais). Durante a entrega foi visível a satisfação do Presidente Anísio de Queiróz e membros da Associação, que frisaram que os equipamentos contribuirão para o aperfeiçoamento dos serviços prestados às pessoas assistidas ajudando no bem estar das pessoas atendidas e aos voluntários no desempenho de suas atividades. Na oportunidade, foi entregue placa de alusão aos benefícios recebidos com os dados do Projeto de Subsídio Distrital do Ano Rotário 2020-21 assinado pelos Presidentes: Vanessa Saraiva Pereira (1º quadrimestre), Waldir Baessa (2º quadrimestre) e Adriana Paula Donatoni (3º quadrimestre). Da AVAPOC estiveram presentes: Anísio de Queiróz, Presidente; Maria Regina de Mello Marques, 2ª tesoureira; Vanessa Saraiva Pereira, 2ª Secretária; Camille Saraiva Pereira, membro do Conselho Fiscal; Adorama Braga de Queiróz,Voluntária ;Ruth Pichirilli, Voluntária e Carlos Sierra, Colaborador Do Rotary Club de Lucélia estiveram presentes a Presidente do 1º Quadrimestre Vanessa Saraiva Pereira, Governador Distrital 2018-19 e Instrutor de Clube João Evangelista Pereira e o Vice Presidente José Luís Tomaz de Souza. Nossos agradecimentos a todos os integrantes da Família Rotária pelo Empenho, especialmente aos Presidentes Vanessa Saraiva Pereira (1º quadrimestre), Waldir Baessa (2º quadrimestre) e Adriana Paula Donatoni (3º quadrimestre), ao Governador Distrital Nestor Silveira do Amarilho, ao Coordenador Distrital da Fundação Rotária Maurício de Agostinho Antonio, “in memorian” e Ricardo de Maio Bermejo, Coordenador Adjunto da Fundação Rotária e Instrutor Distrital 2020-21. Parabéns ao ROTARY CLUB DE LUCÉLIA e ao Distrito 4510 por mais esse importante feito em prol da comunidade.   Comissão de Imagem Pública - Ano Rotário 2020-21 Rotary Club de Lucélia

Postado em 23 de Fevereiro de 2021 por Rotary Club de Lucélia

Convite de Lançamento da Campanha - Mais CPFs Mais PROJETOS - 01/02/2021

Convite de Lançamento da Campanha - Mais CPFs Mais PROJETOS - 01/02/2021Transmissão pela plataforma ZoomID da reunião 846 3634 9557  Senha MAISCPFS👇👇👇NOTICIA IMPORTANTISSIMA 👇👇👇O presidente Mauro e toda equipe do Seguro Solidário da ABTRF espera encontrá-los no dia 01/02 à 20h00min (horário de Brasília) para o lançamento da segunda etapa da Campanha do Seguro Solidário 2020-21. Transmissão pela plataforma ZoomID da reunião 846 3634 9557  Senha MAISCPFSAbraços e até lá.Mauro DuartePresidente da ABTRF

Postado em 21 de Janeiro de 2021

ROTARY CLUB DE LUCÉLIA COMEMORA O DIA MUNDIAL DE COMBATE A PÓLIO

Como é de conhecimento, no dia 24 de Outubro comemora-se o Dia Mundial de Combate à Pólio. Desde 1985, o Rotary contribuiu cerca de US$1,2 bilhão e inúmeras horas de trabalho voluntário para proteger mais de dois bilhões de crianças em 122 países. Desde 1988, registramos uma redução de 99,9% nos casos de pólio em todo o mundo. Há mais de dois anos, casos do vírus selvagem da pólio só foram registrados em dois países: Afeganistão e Paquistão, no entanto, outras nações continuam correndo o risco de importar o vírus. A poliomielite é uma doença altamente contagiosa, causa a paralisia e, as vezes, até a morte. Como não há cura para a doença, o melhor remédio é a prevenção, através da vacinação. Para aumentar a conscientização e os fundos para a etapa final da luta contra a pólio, a Presidente do Rotary Club de Lucélia Vanessa Saraiva Pereira e o Instrutor de Clube João Evangelista Pereira, estiveram no Programa de Rádio da Emissora da cidade "Massa FM", onde foi destacado todo o trabalho realizado por Rotary e pela Fundação Rotária. Nossos agradecimentos ao Radialista Romildo Bernardo, grande colaborador das Ações Rotárias desenvolvidas perante a comunidade, além de divulgar os nossos trabalhos realizados pela Organização a nível mundial, destaque-se, o Projeto Pólio Plus que visa erradicar a Paralisia Infantil, o que tem feito, sempre com muito carinho e entusiasmo e ao Senhor Gerente Osvaldo Cardoso da Radio Massa.   Comissão de Imagem Pública - Ano Rotário 2020-21 Rotary Club de Lucélia

Postado em 24 de Outubro de 2020 por Rotary Club de Lucélia

Rotary: treinamento apoia trabalho de educadores sociais

Como mudar a vida de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade se não há um relacionamento adequado entre os educadores e as pessoas que eles querem ajudar?  Foi com esse problema em mente que membros do Rotary de São Paulo e da Alemanha se uniram para criar um treinamento de capacitação para educadores sociais na maior cidade do Brasil. O projeto teve início em 2017, em uma parceria entre membros do Rotary Club de São Paulo e do Rotary Club Kempen-Krefeld, da Alemanha. Ao adotar quatro crianças brasileiras, Jünger Schmitz, membro do clube alemão, se deparou com um cenário de pouco preparo emocional dos profissionais que lidavam com crianças e adolescentes vulneráveis na capital paulista. Ele buscou o apoio do Rotary Club de São Paulo e, juntos, os clubes desenvolveram um projeto para realizar um treinamento inovador, focado em melhorar a comunicação e o relacionamento entre educadores e jovens. “Decidimos fazer o treinamento em cinco seminários, com um tópico diferente para cada seminário”, conta Márcio Arroyo, membro do Rotary Club de São Paulo, responsável por liderar o projeto. “O clube definiu as instituições [participantes] e como iríamos fazer o projeto”, explica. Já para montar o programa do que seria ensinado aos educadores, eles buscaram ajuda especializada. O programa do treinamento foi desenvolvido por Ronaldo Campos, diretor da Comunidade Terapêutica Filhos da Luz, especializada no atendimento de dependentes químicos. Trabalhando com educadores sociais, Campos via que, muitas vezes, os profissionais não tinham o equilíbrio emocional necessário para lidar com os jovens em situação de vulnerabilidade, porque estes próprios profissionais enfrentavam problemas emocionais em suas famílias. “A maior parte dos problemas relacionados à violência começa nos padrões de comunicação interna das famílias. O maior potencial de mudança social se dá quando não há culpa ou julgamento. A causa da violência no mundo começa quando emitimos julgamento do comportamento do outro.”, aponta Campos. Desse modo, o treinamento foi montado com base em dois importantes pilares: a comunicação não-violenta (CNV) e o desenvolvimento de propósitos de vida. “O objetivo do treinamento é a expansão da consciência. As pessoas precisam encontrar significado na vida e no trabalho”, explica. Na CNV, não se usa palavras que julguem ou dominem a outra pessoa, como o verbo “mandar”, por exemplo. Fazer com que os educadores encontrassem seu próprio propósito de vida era fundamental para que eles pudessem ajudar os jovens a encontrar novos caminhos fora da dependência química. “A dependência química é a doença do egoísmo. Eles só pensam em si, não pensam na família, na sociedade. A pessoa não tem um propósito a seguir e, aí, qualquer caminho serve”, diz Campos. O primeiro treinamento aconteceu na Comunidade Terapêutica Filhos da Luz no primeiro semestre de 2019. A turma teve a participação de 40 profissionais, alguns da comunidade e outros de instituições que foram convidadas a participar do curso. “A ideia é fazemos em quatro pontos diferentes de São Paulo para atingirmos as entidades locais”, conta Arroyo. A segunda turma aconteceu no segundo semestre do ano passado, no Centro Assistencial Cruz de Malta, com 43 participantes, e a terceira turma teve início em março deste ano na Associação Evangelista Beneficente, com 42 educadores sociais. No total, aponta Arroyo, o projeto inclui a capacitação de 300 profissionais em oito treinamentos em diferentes instituições de São Paulo. O impacto dos treinamentos é algo sentido tanto pelos educadores quanto pelos jovens assistidos. “Durante o curso, eu ia acompanhando a avaliação dos participantes e a satisfação foi muito grande. A ideia também é que eles repassem os ensinamentos do curso a seus colegas”, afirma Arroyo. Sobre os jovens, Campos conta que “eles entendem que só se recuperam quando ajudam os outros”. “Do que os residentes têm mais se beneficiado é de ter encontrado um propósito de vida”, afirma. No total, o Rotary investiu US$ 45.700 neste projeto, incluindo a compra de mais de 900 livros, além de equipamentos e suprimentos para a realização dos cursos.

Postado em 16 de Setembro de 2020

ROUPAS, CALÇADOS E OUTRAS MERCADORIAS SÃO DOADAS À SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

Na tarde do dia 06 de agosto de 2020, foram doadas à Secretaria de Assistência Social roupas, calçados e outras mercadorias de boa qualidade, as quais foram doadas por integrantes da Família Rotária de Lucélia e pessoas da Comunidade. Em virtude da pandemia do novo coronavírus – COVID-19, que impossibilita a realização de bazar, durante as reuniões online o clube decidiu doar as roupas que eram utilizadas pela Casa da Amizade no Bazar Solidário para pessoas da comunidade e, após contato com o Secretário de Assistência Social - Jefferson Aparecido Cece da Silva, as roupas terão destinação correta, pois a ação de solidariedade ajudará pessoas. As roupas doadas para a Secretaria de Assistência Social serão distribuídas às famílias atendidas. Agradecemos aos membros da Família Rotária de Lucélia e pessoas da comunidade que fizeram as doações, ao Senhor Ademilson Soares do Nascimento e Paola Godinho de Souza que realizaram o transporte e ao Secretário da Assistência Social Jefferson Aparecido Cece da Silva pela colaboração com o clube para que as roupas possam ser destinadas às famílias.   Comissão de Imagem Pública - Ano Rotário 2020-21 Rotary Club de Lucélia

Postado em 06 de Agosto de 2020 por Rotary Club de Lucélia

Rotary promove agroflorestas sustentáveis em Alagoas

Aos 41 anos, Maria José Cavalcante faz parte do assentamento de agricultores Flor do Bosque, na cidade de Messias, Zona da Mata de Alagoas. Para quem conquistou um pedaço de terra para cultivar graças ao movimento da reforma agrária, Maria vê uma nova mudança em sua vida graças a um projeto do Rotary. O projeto “Plantando Agroflorestas”, do Rotary club Maceió-Farol, une o plantio de alimentos com árvores nativas da região, permitindo maior produtividade, com sustentabilidade do solo, e mais ganhos para os agricultores, que vivem da renda dos excedentes das colheitas, vendidos em feiras locais. “Acredito que a produção tem de ser feita respeitando a natureza. O projeto nos dá orientação para termos mais alimento no mesmo espaço [usado antes], e de termos uma renda a mais, pois quando temos excedente de alimentos, nós vendemos, ele vai para fora [do assentamento]”, destaca Maria. O projeto de agroflorestas chegou à vida de Maria por meio de membros do Rotary que também são professores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). José Roberto Santos, engenheiro agrônomo e especialista em agroflorestas, viu que a forma de plantio dos agricultores da Zona da Mata alagoana poderia ser melhorada, beneficiando as pessoas e o meio ambiente. Aliando o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, com raízes profundas que ajudam a manter a terra úmida, à plantação de alimentos, o projeto aumenta a produtividade da colheita e recupera o solo degradado. “O resultado é imediato e contínuo. Do segundo mês em diante, após a implantação da agrofloresta, eles já iniciam a colheita e replantio das hortaliças. Depois, eles irão colher lavouras como feijão, milho, abóbora, macaxeira, etc.”, explica José Roberto. Os membros do Rotary estão envolvidos no desenvolvimento do projeto, compra de equipamentos e treinamento técnico dos agricultores. “A primeira etapa é a construção de viveiros para a geração das mudas. Estamos investindo nos viveiros e, depois, investiremos nos equipamentos para as plantações”, conta Flavio Lima, engenheiro civil e professor da UFAL. “O objetivo do projeto é agregar valor à produção. Nessa região, a grande maioria usa queimada e agrotóxico [nas plantações]”, diz. Os investimentos no projeto foram de US$ 33.500, tendo recebido aportes do clube Maceió-Farol, do clube argentino Caleta Olívia, que entrou como parceiro internacional, e da Fundação Rotária. O projeto começou em janeiro e terá duração de um ano. Além do assentamento Flor do Bosque, em Messias, outros três também estão sendo beneficiados: Dom Helder (Murici), Zumbi dos Palmares (Branquinha) e Duas Barras (São Luís do Quitunde). Todos os assentamentos ficam na Zona da Mata alagoana, a cerca de 60 quilômetros da capital, Maceió. Nesta primeira etapa do projeto, cada acampamento constrói um viveiro para suas mudas de árvores. No total, serão plantadas 600 árvores nativas por hectare e cada acampamento terá 15 hectares de agrofloresta. “O sistema é pensado para a utilização de recursos locais e do próprio assentamento, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Espera-se, com esse projeto, aumentar a renda e a qualidade de vida de 60 famílias de agricultores pela produção de alimentos e outros produtos florestais de forma contínua e de qualidade superior”, aponta José Roberto. Para Maria e os outros agricultores beneficiados, além do treinamento técnico e da perspectiva de ganhos maiores, fica um importante aprendizado. “Aprendemos a conviver com a natureza. Aprendemos a respeitar e observar a natureza, a usar uma área que antes não era usada e a proteger as nascentes de água”, conclui.

Postado em 27 de Julho de 2020

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